quarta-feira, 30 de novembro de 2011

a mudança que queremos...



Tudo muda... E é uma pena se apegar ao que já foi e fechar as portas pro novo que a vida traz. Li dia desses: ‘a pétala cai sem esforço ou sofrimento’. Sem esforço ou sofrimento podemos aceitar o eterno fluir do universo... Mas podemos também nos agarrar a uma pedra no leito do rio e nunca saber que aquele fio d’água desemboca no infinito mar.
Tirando um pouco o foco de nós mesmos, podemos ver, na humanidade, um movimento semelhante. Temos provas todos os dias de que, o que se pensou funcionar bem décadas atrás (na economia, na medicina, na física, nas relações humanas, etc) não é tão bom assim. Sabemos também que um novo modelo ainda não amadureceu completamente (embora já tenha começado seu processo!)... e aí? Como é ficar no meio disso tudo?
Digo que é massa, rsrss... Porque é um momento único e estamos tendo a chance, com o aval do universo, de construir uma maneira mais saudável de viver. É lindo perceber áreas tão distintas do saber humano convergindo pra mesma conclusão! Há ainda uma grande peculiaridade desse momento de mudança em relação a todos os outros que a humanidade já viveu: não temos líderes. Não há ninguém pra dizer exatamente o que devemos fazer. E, embora pense que, mais adiante, surgirão pessoas capazes de organizar esse movimento tão intuitivo, esse fato só ressalta o papel que temos como células inteligentes desse grande organismo.
Já ouviram aquela frase que diz para sermos a mudança que queremos para o mundo? Nosso papel, ou melhor, nossa responsabilidade nisso tudo é a maior possível! Todo processo começa internamente. É trazendo ideais elevados para nossa relação com os outros e conosco que elevamos a vibração (para um nível mais sutil e amoroso) de tudo o que está ao nosso redor.  Portanto, atitudes como avaliar e, se preciso, transformar nossas necessidades; escapar das ideias antigas, que remetem ao que não mais faz sentido nem funcionam para o bem; manter em mente pensamentos positivos e amorosos, devem guiar a vida que estamos vivendo agora. Encontraremos força no caminho nos alimentando da eterna e vibrante presença do sagrado em nosso cotidiano. Vamos converter nosso foco para o amor e ajudar a nós mesmos e a nossa civilização a fluir por águas de maior luz para todos.